Instituto de Constelações Familiares Brigitte Champetier de Ribes

Textos selecionados



Você pode nos deixar seus dados e teremos o maior prazer em lhe enviar informações sobre as atividades do Instituto. Para isso, visite nossa nuestra página de contato.
Obrigada.



"Eu escolho a vida" a cada hora em ponto

Convidamos você, a cada hora, a criar uma nova vibração ao redor do mundo, dizendo “EU ESCOLHO A VIDA” junto com milhares de pessoas. Todos juntos a serviço da vida.












O olhar curador

De dois em dois

Tenho um assunto que me magoa e me preocupa. Vejo-o, imagino-o e sinto-o diante de mim. Posteriormente, colocar-me-ei nele, até sentir o que provoca em mim.

Agora, saio do problema, volto para mim.

Levo o olhar para longe e abro-me a algo maior, além do que possa entender. Abro-me ao inexequível, ao ser humano, abro-me à Nada. Abro-me ao Vazio.

Espero e deixo-me preencher, com os olhos abertos.

Dirijo o olhar para meu corpo.

Tomo consciência de que estou feito de energia, que minhas células são energia. Sou mais vazio do que matéria. Sou Vazio, sou energia.  Sou vazio criador de novas possibilidades.

Deixo-me sentir, sem pensamentos nem intenção.

Coloque-me diante do meu colega.

Quando estivermos os dois frente a frente diremos juntos “eu sou eu, você é você”.

Olhando-nos, sem intenção, sem julgamento, sem querer fazer nada, somente, se for possível, olhar-nos nos olhos. Deixo-me guiar pelo meu corpo.

Posso olhar para o outro como se meus olhos estivessem no meu coração.

Posso sentir agradecimento pelo outro, sentir “obrigado por ser como é”.

Não faço nada.

Aceito tudo o que aparecer sem me perguntar nada. Aconteça o que aconteça, não tenho intenção. Nem sequer de ajudar ou consolar.

Pode ser que uma pessoa inicie um movimento para o chão. Cada um se deixará levar pelo movimento. Sem interpretar nada.

Estamos os dois em uma interação muito profunda. Nossas energias estão se potenciando mutuamente, e do campo criado por nossa ressonância sairá uma grande cura.

Decorrido um tempo, mais o menos longo, nos dirigiremos juntos para a vida.

Sem falar, cada um voltará ao seu primeiro lugar e relembrará seu assunto para observar em que se transformou.

É melhor continuar em silêncio.

Não introduzimos a noção de ancestrais nem de mortos. Aqui, tudo acontece no momento presente, entre as duas pessoas vivas. Mesmo que uma pessoa vá para o chão ou olhe para baixo.

Querer ajudar ou consolar são formas de TIRAR A FORÇA da outra pessoa. Tocar a outra pessoa, sem que ela o tenha sugerido, é uma invasão que lhe tira a força.

Desejar que o outro mudasse seria desprezá-lo como é, no fundo, seria desejar que desaparecesse como é.

Querer mandar energia para a outra pessoa seria pensar EU TENHO, ELE NÃO TEM. E nossa pretendida superioridade atenta sua dignidade e tira-lhe a força. Potencio a polaridade na qual está a pessoa (e na qual estou eu também), caso contrário, se tomar a outra pessoa como é a farei sair da polaridade. Tenho a crença de que eu sei do que ela precisa, em vez de assentir ao fato de que é como deve ser, de que está na etapa na qual deve estar e no movimento que lhe corresponde, e que a decisão está nela. Sua decisão não me incumbe.

A decisão do outro é um assunto entre ele e o Grande Campo, ele e o Vazio, ele e suas fidelidades.

Uma pessoa não muda por que outro lhe pede ou o deseje.  Uma pessoa muda quando é sua vez. Se sentir que for respeitada como é e respeitada no seu processo, o mesmo processo se acelerará.