Instituto de Constelações Familiares Brigitte Champetier de Ribes / Brasil

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A Nova Medicina

Palestra proferida, na Espanha, pelo Dr. Fermín Moriano, em 1995

(*) O Dr. Moriano foi um dos principais discípulos do Dr. Hamer durante os primeiros anos do movimento da Nova Medicina na Espanha.

Bom dia a todos. Minha mãe, quando conheceu esta medicina, me fez um comentário:
- “Agora entendo por que existem tantas doenças e tanto câncer: é porque está se perdendo o costume da confissão. Por isso, antes havia menos”.
Parece uma bobagem, mas quando eu explicar o que é a Nova Medicina, vocês vão entender muito melhor.

Pela primeira vez na história, podemos trabalhar com as leis da natureza. Quer dizer, nós médicos, até agora, vínhamos trabalhando com hipóteses, com axiomas não confirmados, com muita especulação. Isto fazia com que, pacientes submetidos a um mesmo tratamento, tivessem diferentes resultados. A medicina clássica é um emaranhado de interpretações, um emaranhado de especulações, más é a única ciência, para chamá-la de alguma maneira, que trabalha sem leis.
 
A medicina entra na Academia de Ciências francesas no fim de 1800, onde é considerada ciência, mas realmente nós, médicos que fizemos medicina clássica, não a temos visto como ciência e, sim, como uma arte especulativa e também aproximada e, de forma alguma, vimos resultados de causa-efeito.

Pela primeira vez na história, um médico alemão, Ryke Geer Hamer, professor de medicina, especialista em medicina interna, especialista em psiquiatria, especialista em radiologia (fora isso, cursou Teologia) enuncia as leis da medicina. Hamer estudou essas especialidades com todo rigor, três anos por especialidade. Exerceu durante quinze anos a função de chefe de diversos serviços hospitalares, em vários hospitais da Alemanha. Na década de 70, já há algum tempo percebia que a medicina era muito especulativa, que não se encaixava entre as outras ciências. E se deu conta que faltava algo, que não havia ordem e nem consenso. A morte de um filho seu, que foi um acontecimento famoso, porque foi causado por um disparo dado por Victor Manoel de Saboya, príncipe herdeiro da casa de Saboya, foi um fato determinante. Ele já havia desenvolvido algo sobre a Nova Medicina e censurou a si mesmo por não ter tido a coragem de tirar o seu filho dos tratamentos da medicina clássica e tratá-lo como ele queria.

Após a morte de seu filho, Hamer descobre um câncer no testículo e sua esposa, que é médica oncologista, desenvolve um câncer na mama esquerda.
A pergunta de Hamer é: como é possível que duas pessoas saudáveis, ainda relativamente jovens, desenvolvam ambas um câncer; e relaciona isso com o acontecimento traumático da morte do filho.
Nesse momento, Hamer era chefe dos serviços de radiologia, oncologia e de medicina interna, de modo que estava em condições muito especiais para realizar sua tarefa de investigação.

O protocolo oficial para o câncer é cirurgia, quimioterapia e radioterapia; e sabe-se qual é o resultado para 95% dos casos. Hamer revolta-se diante dessa possibilidade e, sobretudo, encorajado pelo fato de ver que há uma incidência altamente dramática na sua vida e na da sua esposa que poderia estar relacionada com o aparecimento da doença.
No hospital universitário, onde trabalha, começa a fazer uma coisa que, até este momento, a medicina nunca tinha feito. Na realidade sim, já se havia feito, mas tão antigamente, que já nem se recorda nos livros de medicina: perguntar, ao paciente, por que ele acredita que está doente.

Então, ele começa a perguntar aos enfermos de câncer do hospital se tinham vivido alguma história ou algum incidente altamente traumático em suas vidas, anterior ao aparecimento do câncer. Para sua surpresa, descobre que, absolutamente todos, mencionam uma história altamente dramática, em um tempo anterior ao surgimento da doença.
Inicialmente, o que constata é que todos, absolutamente todos, têm esse fato dramático. Em seguida, começa a analisar, de forma separada, por tipo de doença.  Pergunta,  por exemplo, a 100 mulheres destras, com câncer de mama esquerda, para tentar encontrar um denominador comum.

É assim que foi encontrando, doença por doença, um denominador comum para essa doença. As 100 mulheres com esse câncer intraductal de mama esquerda têm um mesmo incidente nas suas vidas, um mesmo fato traumático com um mesmo colorido. Mas quando analisa 100 casos de câncer de rim, encontra exatamente o mesmo. Quando analisa os casos de câncer do pulmão, encontra o mesmo: um denominador comum diferente do de mama e do de rim. A princípio, o que encontra é a relação entre a psique, ou seja, as vivencias das pessoas e o órgão lesionado.

A maior surpresa que ele teve foi se dar conta que não é uma relação de 90% ou 95%, que já seria para se levar em conta, mas sim de 100%. Começa a dar-se conta que está tocando leis da natureza. As leis da natureza, como todos sabem, dizem que este objeto cairia um milhão de vezes se eu o soltasse, posto que se exerce sobre ele a força da gravidade, que é uma lei da natureza; e que não há a mais remota possibilidade de que, ao soltá-lo, fique suspenso no ar.
Pois o que descobriu Hamer é desta índole. Eu sei que parece muito forte, muito difícil de acreditar, imaginar o que pode significar para nossa classe médica quando, pela primeira vez, lhe coloquem, à frente, cinco leis da natureza que se cumprem em 100% dos casos.

Quando ele se dá conta dessa relação, logicamente pensa que o ser humano não é somente um joelho, não é somente um cotovelo, não é somente um peito. A medicina clássica, em sua super especialização contínua, nos obriga a especializar-nos cada dia mais. É habitual que se uma pessoa sente dor no joelho, vá a um ortopedista, mas, por sua vez, este ortopedista a encaminha a um companheiro que também é ortopedista, mas mais especialista que ele em joelho; e, assim, o ortopedista especializado em joelho só sabe de joelho. Está se perdendo a visão de conjunto, tratamos o corpo humano por peças, por partes separadas do todo e o que Hamer tem muito claro é a unidade do ser humano. Ele percebe que o ser humano tem psique, cérebro e órgãos.  Está encontrando a relação entre psique e órgão.

O que está acontecendo, enquanto isso, no cérebro?

Ele é radiologista e está cansado de fazer tomografia computadorizada e nunca viu, no cérebro, um sinal de nada. Todos sabemos que o cérebro dirige todas as funções do corpo, contudo, isto não é levado em conta pela medicina clássica, isso é sistematicamente esquecido. Todos sabemos que o cérebro controla as funções de todos os órgãos, de todos os tecidos e que está conectado com todas as células. E mais, a medicina clássica admite que uma célula, só uma célula, é capaz de receber uma ordem de 55.000 estímulos bioquímicos simultâneos através de neurotransmissores, mas só conhece uma ordem de 20. Mas, quanto aos estímulos bioelétricos, é incalculável a possibilidade que tem uma célula de receber informação simultânea. Entretanto, não levamos em conta este fluxo de informação e seguimos investigando sobre a pequenina célula, que se os oncogenes, que se a célula faz, que se a célula desfaz, como se a célula fosse um ente isolado do resto do organismo, que levasse sua própria vida e se mantivesse completamente alheia às ordens cerebrais.

Todos sabemos que um estudante, na hora de prestar um exame, pode ter uma colite. Todo médico diria que é normal e que é produto de seu estado de ânimo. Se levamos um susto, nos aumenta a frequência cardíaca, também isso é normal. Diante de uma situação que nos causa repulsa, ficamos arrepiados. A úlcera já é chamada de úlcera de stress, dando por certo que o stress é a causa das úlceras do duodeno. Fala-se, também, do infarto (ataque do coração)(*) de miocárdio nas pessoas de risco que trabalham muito.
Até aí, para a medicina só resta assumir, admitir a relação psique/órgão, mas quando falamos de doenças mais graves, a medicina deixa de lado estas suposições. Diz: as doenças, das quais temos falado até agora, são doenças psicossomáticas e que sejam tratadas pelo médico da capital, pelo médico do povoado ou pelo psiquiatra, mas deixem para nós os cânceres e as doenças graves, que são assunto dos entendidos da matéria.

1ª lei: A Lei de Ferro do Câncer

Hamer, diante da possibilidade de que o cérebro possa dar algum sinal do que está acontecendo a nível psíquico e a nível orgânico, senta-se, um dia, diante de um tomógrafo que tem no hospital onde ele é chefe de serviço, e começa a fazer uma tomografia cerebral, coisa que até agora nunca se tinha feito, daqueles pacientes que tem uma patologia não neurológica, não cerebral, por exemplo, um câncer hepático.

Todos sabemos que, na radiologia, há umas imagens que a medicina nunca soube explicar. São um tipo de pequenos círculos dispersos pela tomografia cerebral, que aparecem em lugares diversos e, como a medicina nunca pôde explicá-los, são considerados ainda como –artefatos– , produtos da máquina, problemas da máquina.

Hamer sentou-se pela primeira vez em um tomógrafo para ver se esses “artefatos” tinham algo especial para lhe dizer na relação causa-efeito. E, para sua surpresa, comprova que essas cem mulheres, que tinham um câncer intraductal de mama, tinham um pequeno círculo desses, um “artefato” na mesma zona do cérebro que, paradoxalmente, é a zona do cérebro que rege a mama esquerda. Mas, se analisa os pacientes que tem um problema de rim, encontra que todos, absolutamente todos, têm um artefato em uma zona do cérebro que, paradoxalmente, é a zona do cérebro que rege o rim. Tanto é assim que descobre uma cartografia, acrescenta uma cartografia nova ao conhecimento médico. Comprova que isso que chamavam de artefatos, não são artefatos, mas o sinal cerebral do que está ocorrendo a nível psíquico e a nível orgânico.

Ele me contou um dia que, quando descobriu isso, ficou durante três horas sentado em frente de um tomógrafo, porque não acreditava no que acabara de descobrir, imaginando o que tinha por trás e o que iria vir. Era muito forte para que uma classe médica extremamente estabelecida pudesse assumir semelhante descoberta. Mas como não poderia ser o único que “passeou” por este assunto, foi a Siemens que é, na Alemanha, a maior empresa que fabrica tomógrafos e todo tipo de aparelhos de radiologia. Ao encontrar-se com o chefe dos engenheiros da Siemens e contar o que ele acabara de descobrir, este lhe disse: “Pois veja, você não está muito longe do que nós pensamos, porque nunca acreditamos que essas imagens fossem artefatos, a máquina não pode produzi-los. Mas como a classe médica não pode explicá-los, e nós tampouco, continuamos confirmando que são. Porém, podemos tirar as dúvidas, podemos criar um protocolo e, durante seis meses, vamos estudar com duas máquinas diferentes, para ver se realmente são artefatos ou estão na cabeça do indivíduo”. O protocolo é muito simples e a maneira de investigá-lo é tremendamente fácil e atualmente se pode fazer em qualquer serviço de radiologia. Se o artefato estiver sendo produzido pela máquina e a máquina o produz numa determinada direção em relação à cabeça do paciente, viremos a cabeça do paciente. Se a imagem se produz agora no mesmo lugar que antes, estaríamos frente a um artefato.  Se a imagem se move junto com a cabeça do paciente, é porque o objeto está na cabeça e não é produto da máquina. Se repetimos a experiência com outra máquina diferente e ocorre o mesmo, teremos chegado ao resultado que buscávamos. O que tinha sido planejado como um protocolo para seis meses, em dois meses estava resolvido.

A conclusão é que essas imagens estavam nas cabeças dos pacientes e eram o sinal das doenças orgânicas.

É assim que Hamer postula sua primeira lei: A Lei de Ferro do Câncer, de “ferro” porque se cumpre em cem por cento dos casos. E não somente vale para o câncer. A lei se chama “Lei de ferro do câncer e doenças similares ao câncer”. A palavra câncer, na medicina que nós trabalhamos, perdeu toda sua força e tragédia.

Na primeira vez que a formulou, Hamer disse: todo choque psíquico, altamente traumático, que nos pega de surpresa e é vivido em isolamento, produz uma ruptura do campo eletrofisiológico em uma área concreta do cérebro e, a partir desse momento, se lesiona o órgão que essa parte do cérebro governa.
Todo choque psíquico, altamente traumático, hiper agudo, que te joga na contramão, isto é, inesperado, produz estes efeitos. Que te joga na contramão e é vivido em isolamento: isto é terrível, é importantíssimo e condição sine qua non para que se produza o curto-circuito cerebral. A pessoa tem que engolir isso. A ideia, portanto, fica dando voltas continuamente, vive isso na solidão, em isolamento, não compartilha. Enquanto dura essa situação conflitante se produz um curto-circuito a nível cerebral e, dali, se manda um erro de codificação ao órgão. Deste modo aparece a doença no órgão. Esta primeira lei se cumpre em cem por cento das doenças, exceto, três tipos de doenças: os traumatismos, os envenenamentos e as que já se nasce com elas. Todas as demais, absolutamente todas são regidas por esta lei.

2ª lei: Lei do Caráter Bifásico das Doenças

Hamer segue em frente investigando, e em uma velocidade tremenda, e descobre que a doença é um processo bifásico.
Até agora, a doença só é reconhecida no momento em que apresenta sua primeira sintomatologia, ou quando é descoberta por um exame radiológico ou por um exame fortuito no hospital, e mais nada. O processo começa no momento em que aparece o primeiro sintoma da doença e vai até que a doença termine. Hamer se dá conta que isso não está certo.
Por quê? Porque a primeira coisa que se deve fazer é uma tomografia cerebral (ele, a partir desse momento, e todos nós agora trabalhamos com tomografia cerebral), que é uma prova científica irrefutável. Com uma tomografia cerebral, sem saber a história do paciente, pode-se diagnosticar tudo o que tem, o que teve, em que fase se encontra e o que a produziu. Isto é uma prova científica, não é uma especulação, não é medicina alternativa e nem é uma uma medicina especulativa. Isto é: “Meu Senhor, aqui temos um tomógrafo”; e vamos ver se é verdade ou mentira o que eu digo, comparando depois com a história clínica do paciente. Esta é a maior contribuição que Hamer aportou para a medicina.

Além disso, ao continuar investigando descobre que o –artefato– nos tomógrafos pode ser de duas formas: se existem 100 pessoas com um problema de rim, 50 tem, por exemplo, um artefato em forma de –alvo–, quer dizer um círculo com um ponto no meio e os outros 50 o tem em forma de mancha, é um círculo com uma mancha negra, um edema cerebral. Então Hamer se dá conta que os que o tem –em alvo–, têm o conflito ativo, estão vivendo o conflito nesse momento. Quando se pergunta ao paciente sobre o conteúdo do conflito, ele responde coisas do tipo: “Sim, ainda estou aborrecido com meu irmão” ou “Eu ainda estou esperando a herança da minha tia”.

Mas, no entanto, aqueles que tem a mancha, tiveram um conflito, mas já o resolveram. E isto é em 100% dos casos: não existe um indivíduo com uma imagem –em alvo– que diga: “Eu já resolvi o conflito” e, tampouco, existe um indivíduo com essa imagem em forma de mancha que diga: “Eu nunca tive esse conflito”. Ocorre sempre em 100% dos casos.

Além disso, paradoxalmente, a nível orgânico existe uma sintomatologia de –conflito ativo– e uma sintomatologia de –conflito em solução–. Deste modo, Hamer descobre a segunda lei, que é a lei do caráter bifásico das doenças: toda doença é um processo bifásico enquanto a pessoa resolve o conflito. Isto é, há uma primeira fase de enfermidade, que é a fase do conflito ativo; e há uma segunda fase que se desencadeia sempre quando a pessoa resolve seu conflito. E nesse momento a solução acontece, o mesmo que na fase ativa, nos três níveis: a nível psíquico, essa pessoa resolveu o conflito; a nível cerebral, o que antes era um alvo, agora é uma mancha; e no nível orgânico, o que antes era doença, agora começa a fase da cura orgânica. O cérebro dá a ordem de restituição do dano causado. Esta explicação terapêutica está a anos luz do que até agora conhecíamos. O mais impressionante, volto a repetir, é que se cumpre em 100% dos casos.

Contudo encontra um muro impressionante. Muitas vezes, o conflito está em solução, com sua imagem cerebral em forma de mancha, a nível psíquico. Falando com o paciente, o mesmo relata que teve o conflito, mas que já o resolveu; e, nesse momento, começam a aparecer os sintomas a nível orgânico. E isso não se encaixa! Às vezes, não existe relação entre o estado emocional do paciente, seu estado cerebral e algumas doenças. Na fase ativa não deram sinal; contudo, na fase de solução começam a dar sinais, começam a dar sintomatologia. Hamer começa a investigar sobre embriologia.

(...)
Somos nós os causadores de nossa própria doença, não podemos jogar a culpa no outro. Acabou isso de dizer que “a natureza falhou comigo”, “a má sorte”, “o castigo divino” e “agora vou ao médico para que ele me cure”, isentando-nos da nossa própria responsabilidade. Na medida em que se resolva o conflito, a doença se cura; e não existe ninguém, ou qualquer coisa que o médico faça, que poderá curar se o conflito estiver ativo. Acabou isso de ir ao médico para que ele resolva o problema.

(...)
Pergunta: Queria que falasse sobre o câncer em crianças, especialmente a leucemia.
Moriano: Primeira barbaridade. A leucemia é uma absoluta e total má interpretação da oncologia. A leucemia não é um câncer. É a fase de recuperação de um câncer de osso, de medula óssea. A leucemia só pode aparecer quando a pessoa está se curando. Como no caso do câncer de mama, a fase ativa da enfermidade é a perda de substancia.  No caso da medula, a perda da medula. Na fase de cura chega uma ordem de hematopoiese, de produção em massa das células sanguíneas. Ao não ter medula óssea suficiente para produzi-las, produz células imaturas. É a aparição de blastos. Nunca, jamais um excesso de blastos no sangue matou alguém. No entanto, são  considerados inimigos e se dá quimioterapia.
Por que aparece nas crianças? É a fase de cura de um conflito profundo de desvalorização de si mesmo. É muito difícil pensar que uma criança de um ano se sinta desvalorizada. Neste ponto, Hamer faz um bombardeio a tudo isto através da engenharia genética. Hamer dedicou algum tempo fazendo tomografias de crianças recém-nascidas. Com a tomografia cerebral da criança se pode contar toda a história da gravidez para a mãe. Hamer comprova que a criança, no ventre de sua mãe, tem plena consciência de todas as vivencias de sua mãe e que vive os conflitos no corpo materno; e que quando se separa dela, isso pode provocar a fase de resolução. Em 90% dos cânceres em crianças menores de três anos são fases de solução, qualificadas como câncer, mas não são câncer; são a fase de solução dos conflitos vividos no ventre da mãe.

Vendo uma tomografia de uma criança recém-nascida, pode-se contar para a mãe toda a história da gravidez. Essa ideia estúpida de que a criança no ventre da mãe não se inteira de nada é um autêntico absurdo que cai por terra cientificamente.

Hamer nos oferece esta Nova Medicina. Encontrou o câncer onde não pensávamos que estivesse. Encontrou a solução onde não esperávamos que estivesse. Já não está no médico, mas na própria pessoa. Esta Nova Medicina fala que temos que ser coerentes com nós mesmos, não com o vizinho. É nossa vivencia pessoal, nossa incoerência que cria o problema, provavelmente porque criamos uma escala de valores que não condiz conosco.

Acabou-se aquilo que meu filho tem que ser engenheiro porque eu sou engenheiro. Meu filho tem que ser aquilo que seja coerente com ele. Quantas pessoas têm conflitos porque foram obrigadas a ser o que não queriam ser ou porque escolheram ser o que não deviam ser.

A criança de três anos se cura de leucemia sem quimioterapia. Esperando. Porque em 8 semanas os blastos começam a baixar e sobem as hemácias. E enquanto isso, só existe um tratamento possível em crianças ou em adultos: se tem anemia, terá que fazer transfusão de hemácias; se tem baixos os leucócitos, terá que administrar antibióticos para evitar as infecções; e se tem baixas as plaquetas, terá que fazer transfusão de plaquetas para evitar as hemorragias. Ao contrário da medicina clássica, se deixa reproduzir as células e não as mata com quimioterapia.

Curva de Hamer(3) – Artigo do Dr. Hamer

“Tal como tem demonstrado minhas investigações empíricas, levadas atualmente para mais de onze mil pacientes, é absolutamente inconcebível que um vírus pernicioso, cujo objetivo é, por assim dizer, a destruição das defesas do organismo, possa atuar independentemente dos processos psíquicos e cerebrais, quase «in vitro».

A Lei de Ferro do Câncer enuncia que toda doença –e não já unicamente o câncer– é desencadeada por um S.D.H. (Síndrome Dirk Hamer). Isto é, por um choque conflitual biológico muito específico que, de forma instantânea, impacta simultaneamente no cérebro e no organismo, criando um Foco de Hamer, visível na tomografia, no centro de controle cerebral que representa ao órgão afetado, e criando alterações, tumores, etc. no órgão correspondente.

O sistema ontogenético dos tumores, descoberto por mim em 1987, classifica todas as doenças cancerosas e equivalentes em função da camada embrionária (endoderme(4), mesoderme(5), ectoderme(6))(7) da qual provém, e que se forma nas primeiras semanas do desenvolvimento do embrião.

Por razões ontogenéticas, a cada uma destas camadas embrionárias corresponde uma zona específica do cérebro, um certo tipo de temática conflitual, assim como uma estrutura histológica bem definida.

Notas

(3) De Salomon Sellam, en “Origines et préventions des maladies”. Ed. Quintessence, 2000.

(4) Endoderme: é a camada mais interna e dá origem ao epitélio respiratório e ao epitélio de revestimento interno da bexiga urinária.

(5) Mesoderme: é a camada intermediária (fica localizada entre as outras duas já citadas) e dá origem à derme (camada mais interna da pele), ao sistema muscular (musculatura estriada e lisa), ao sistema circulatório (coração, vasos sanguíneos e sangue), ao esqueleto (crânio, coluna, vértebras e ossos dos membros anteriores e posteriores), ao sistema urogenital (rins, dutos urinários, bexiga, uretra, gônadas e dutos genitais), ao epitélio e às glândulas do tubo digestivo.

(6) Ectoderme: é a camada mais interna e dá origem ao epitélio respiratório e ao epitélio de revestimento interno da bexiga urinária.

(7) Endoderme, mesoderme e ectoderme correspondem aos três folhetos germinativos encontrados no embrião de animais triblásticos durante seu desenvolvimento e que dão origem a todos os tecidos do animal adulto.

O sistema ontogenético dos micróbios os classifica em função das três camadas embrionárias, do que se deduz:

  • que os micróbios arcaicos, isto é, os fungos e as micro-bactérias, são de incumbência da endoderme e, até um certo ponto, da mesoderme cerebelar, mas unicamente para os casos que correspondem aos órgãos governados pelo tronco cerebral (medula / bulbo raquídeo, ponte, mesencéfalo e cerebelo).
  • que todos os micróbios velhos, a saber, as bactérias, são de incumbência da mesoderme e de todos os órgãos que a constituem, e
  • que os micróbios jovens, a saber, os vírus, –que, para falar com propriedade, não são micróbios verdadeiros, isto é, seres vivos–, são competência exclusiva da ectoderme, para os órgãos governados pelo córtex cerebral propriamente dito.  

Endoderme

Foco de Hamer no tronco cerebral
Câncer adenomatoso (tumor: proliferação do tecido)

Mesoderme

a) Foco de Hamer no cerebelo
Câncer compacto (tumor: proliferação do tecido)
b) Foco de Hamer na medula cerebral
Câncer necrótico (tumor: destruição do tecido)

Ectoderme

Foco de Hamer no córtex cerebral
Câncer ulceroso epitelial (tumor: destruição do tecido)

Neste contexto específico significa que cada grupo de micróbios trata apenas com grupos determinados de órgãos, derivados de uma mesma camada embrionária. A única exceção a esta regra é a zona limítrofe dos órgãos mesodérmicos governados pelo cerebelo, que são tratados tanto por fungos parasitas e micro-bactérias (principalmente) como pelas bactérias (em menor grau), que normalmente são competência dos órgãos da camada embrionária média (mesoderme) governados pela medula cerebral.

O momento a partir do qual os micróbios podem trabalhar não é, como erroneamente acreditávamos até agora, função de fatores externos, mas, sim, por algo determinado pelo computador, que é nosso cérebro.

E assim como, para os micróbios, o «objeto a tratar» não é fortuito, mas exatamente determinado pela história de desenvolvimento embrionário para cada grupo de micróbios (exceto o deslocamento observado anteriormente); o momento em que os “varredores” recebem a autorização para fazer o serviço não é fortuito, mas determinado, com precisão, em função do sistema ontogenético, pelo computador que é nosso cérebro: trata-se sempre do início da fase de solução do conflito, isto é, da fase de cura.

Os micróbios, aqueles que sempre havíamos visto como inimigos malvados, exército de adversários temíveis tentando nos esmagar, e, como consequência, era preciso eliminar a qualquer custo, são descobertos agora como nossos melhores amigos, valiosos auxiliares, varredores e restauradores benfeitores do nosso organismo. Só começam a trabalhar quando nosso organismo lhe dá a ordem concreta, a partir do cérebro. E esta ordem sempre lhes é notificada pelo cérebro, no momento justo em que se inicia a fase de cura, quando o organismo, passando da inervação simpática para a inervação parassimpática, entra em uma fase de vagotonia (cura) permanente.

Caráter Bifásico das Doenças

Até agora, a medicina moderna imaginava conhecer mil doenças, divididas mais ou menos metade e metade, entre doenças frias, como o câncer ou, por exemplo, angina de peito, esclerose múltipla, insuficiência renal, diabetes etc.; e doenças quentes, como, por exemplo, artrite reumatoide, nefrite glomerular, leucemia, infarto de miocárdio, todas as doenças infecciosas etc. Nas doenças frias, os micróbios apareciam sempre como apatógenos, isto é, desativados, enquanto que os encontrávamos em plena virulência nas doenças quentes; o que imaginávamos que sempre acontecia quando eles invadiam ou atacavam um órgão.

Pensávamos, pois, que era necessário mobilizar a qualquer preço o exército defensivo de nosso organismo, reforçar o sistema imunológico contra o terrível exército dos invasores, contra os micróbios ou contra as células cancerosas que buscavam nos destruir. Era uma ideia completamente falsa. Devemos começar nossa Nova Medicina pelo começo, a partir do zero!

No esquema fundamental que segue, toda enfermidade comporta duas fases:

  • Primeira fase: A fase de conflito ativo com simpaticotonia(8) duradoura. No início desta fase de sinpaticotonía duradoura sempre existe uma Síndrome Dirk Hamer. Antes, estas primeiras fases eram consideradas como doenças frias, autônomas, coisa que não eram. Apesar de que durante esta fase simpático tônica considera-se deficiente o sistema imunológico; nela não encontrávamos atividade microbiana, isto é, os micróbios eram considerados apatógenos e, portanto, inofensivos.
  • Segunda fase: A fase de conflito resolvido com vagotonia(9) duradoura. No início desta fase de vagotonia duradoura sempre está a solução do conflito. Antes, estas segundas fases eram sempre consideradas como doenças quentes, autônomas, coisa que não eram. Ainda que durante esta segunda fase o sistema imunológico parecesse funcionar a pleno rendimento (febre, leucocitoses etc.), os micróbios não se sentiam, em absoluto, incomodados e continuavam alegremente montando sua farra. Os mesmos micróbios que  antes haviam sido classificados como apatógenos, se convertiam, de repente, em patógenos ou extremamente virulentos, isto é, micróbios de natureza maligna.

Notas

(8) Simpaticotonia: corresponde à fase de atividade conflitual, de stress, durante a qual o sistema nervoso simpaticotônico responde ao estado de alerta desencadeando uma série de reações fisiológicas: aumento do ritmo cardíaco, maior ventilação e órgãos sensoriais mais vigilantes. E o sistema de vagotonia pára ou abranda a sua atividade e fenômenos como a eliminação de urina, a digestão, a circulação periférica (vasos) vêem-se alterados.

(9) Vagotonia: corresponde à fase de recuperação e descanso, durante a qual o sangue volta a circular normalmente na periferia e no sistema digestivo, o aparelho cardio-respiratório funciona a um ritmo mais lento. as extremidades aquecem e o sono volta ao normal, sinal de que a pessoa encontrou uma solução ao seu conflito. E o organismo muda de estratégia: sob o impulso do cérebro, opta por “tomar o seu tempo” a fim de consertar os eventuais estragos ocorridos durante o stress.

Na realidade, as doenças de uma só fase não existem. Simplesmente se tinha esquecido –ou não tínhamos levado em conta– a questão complementar. Eis aqui porque nossa medicina, por completo, era totalmente falsa. A Nova Medicina não reconhece outras doenças a não ser aquelas com duas fases, a saber, uma primeira fase (fria) e uma segunda fase (quente). Este esquema fundamental é valido para as três camadas embrionárias e para as doenças dos órgãos derivados das mesmas.

Esta concepção tem uma inestimável vantagem sobre a medicina clássica: a Nova Medicina se pode demonstrar sem falhas e reproduzir rigorosamente no nível triplo: psíquico, cerebral e orgânico.  Em uma palavra: é precisa, exata por si mesma. Não necessita de hipóteses de apoio como a medicina antiquada, que não podia dar um passo sem estas muletas e, sem as quais, há tempo já teria sido desmascarada. Por exemplo, as hipóteses relativas às células cancerosas malignas que circulam no sangue arterial. Apesar de que ninguém jamais pôde observá-las, considera-se que se disseminam por via arterial para outros órgãos para fundar novas colônias, tumores-filho, –denominadas metástases– de um câncer preexistente, metamorfoseando-se em pleno caminho e conhecendo pertinentemente que tipo de metamorfose deveriam efetuar. Ao contrário, a Nova Medicina obtém sua lógica de si mesma, prova as coisas e obtém conclusões sem necessidade de hipóteses de apoio, proibidas em nome da probabilidade e seriedade científica. 

Imaginemos os micróbios como operários de três classes:

  • Os que têm por missão retirar os desperdícios (lixeiros). Por exemplo, o mycobacterium tuberculosis(10), que decompõe os tumores intestinais (da camada embrionária interna, a endoderme) durante a fase de cura.
  • Os que atuam como niveladores de terreno, encarregados de cobrir as crateras; por exemplo, os vírus, cuja missão consiste em preencher as perdas de substancia produzidas em um tecido pelas ulcerações. Só podemos encontra ulceras e vírus durante a fase de cura, e isso unicamente nos órgãos da camada embrionária exterior (ectoderme), governada pelo córtex cerebral.
  • As bactérias, que tratam unicamente com órgãos deteriorados (necrosados, osteolisados(11)) da camada embrionária média (mesoderme) e apenas durante a fase de cura consecutiva à solução do conflito. Poderiam ser comparadas a escavadeiras que tiram os escombros para que se possa construir uma nova casa, isto é, para que o organismo possa se reconstruir sobre uma base sólida.

Assim, nosso organismo chama a seus amigos, os micróbios, para reparar, isto é, para remover, preencher ou nivelar os tumores, necroses ou ulceras que foram produzidos durante a fase conflitual ativa. Algo parecido à revisão técnica que se aconselha aos motoristas de automóvel.”

Dr. R. G. Hamer

Notas

(10) Bactéria que causa a tuberculose, conhecida também como Bacilo de Koch.

(11) Osteólise: processo de destruição do tecido ósseo.

Gráfico das duas Fasesda Doença

Software: Microsoft Office

Ponto D: UMBRAL DE DISPARO

dos programas biológicos memorizados (armazenados), chamado de DHS: Dirk Hamer Síndrome.

É o conflito que faz transbordar o copo. É uma situação pontual, a qual a pessoa não estava esperando (mesmo que seja repetitiva), pega a pessoa de surpresa, pelas costas, e se vive em solidão. O psíquico não pode administra-la e a emoção se reprime, não se pode atuar para resolver o conflito, a pessoa se encontra totalmente tomada e entra em stress. Na zona correspondente ao conflito, o cérebro vive um curto-circuito que vai ditar, ao órgão correspondente à localização cerebral do conflito, a programação de sobrevivência que a espécie tem para resolver este conflito.
A doença é, então, a única alternativa de sobrevivência disponível.

FASE ATIVA DO CONFLITO

A pessoa está estressada, o que a torna fisicamente vulnerável: fuma, bebe, não dorme, está preocupada, nervosa etc. Está em simpaticotonia (atividade conflitual) dominante. Disparo dos programas biológicos memorizados (armazenados). Doença chamada fria, que costuma passar desapercebida.

Ponto R: CONFLICTOLYSIS, entrada na FASE DE RESOLUÇÃO

Momento em que a pessoa revive o mesmo conflito biológico, em outro contexto, mas desta vez resolvendo-o. Costuma desencadear um catarro, uma gripe, uma mudança de ritmo, começa a febre e a restauração da saúde, com seu cortejo de infecção, dor e cansaço. É a fase de resolução. Psicologicamente, a pessoa se sente, por fim, bem. Tradicionalmente é quando se fala de doença. Contudo, a doença terminou.  No entanto, a fase de restauração da saúde costuma ser mais difícil de levar e, às vezes, mais perigosa.

  • Fase Exsudativa

Primeira parte da fase de resolução do conflito. Processo de reconstrução ao mesmo tempo orgânica e cerebral, com micróbios, febre, infecção, edemas, fadiga, dores, cabeça quente e dolorosa (edema de reconstrução dos Focos de Hamer responsáveis pela doença).

Sabemos agora que os micróbios atuam  como operários de três classes:

  • Os que têm por missão retirar os desperdícios (lixeiros). Por exemplo, o mycobacterium tuberculosis, que decompõe os tumores intestinais (da camada embrionária interna, a endoderme) durante a fase de cura.
  • Os que atuam como niveladores de terreno, encarregados de cobrir as crateras; por exemplo, os vírus, cuja missão consiste em preencher as perdas de substancia produzidas em um tecido pelas ulcerações. Só podemos encontra ulceras e vírus durante a fase de cura, e isso unicamente nos órgãos da camada embrionária exterior (ectoderme), governada pelo córtex cerebral.
  • As bactérias, que tratam unicamente com órgãos deteriorados (necrosados, osteolisados) da camada embrionária média (mesoderme) e apenas durante a fase de cura consecutiva à solução do conflito. Poderiam ser comparadas a escavadeiras que tiram os escombros para que se possa construir uma nova casa, isto é, para que o organismo possa se reconstruir sobre uma base sólida.

Assim, nosso organismo chama a seus amigos, os micróbios, para reparar, isto é, para remover, preencher ou nivelar os tumores, necroses ou ulceras que foram produzidos durante a fase conflitual ativa. Algo parecido à revisão técnica que se aconselha aos motoristas de automóvel. A pessoa sente muito cansaço e seu organismo necessita de descanso para que a reconstrução aconteça.

Ponto E

A edemização é suficiente, já cumpriu seu papel de restauração. O semáforo se abre para o novo início em funcionamento da parte danificada e agora curada do cérebro (o Foco de Hamer) depois da reparação completa. O sistema faz provas antes de se normalizar. É o momento da verdade biológica. Revive-se, solucionando-a, –durante algumas horas ou alguns dias– a causa da doença, de um modo inconsciente, com pesadelos, mal-estar, dor de cabeça (congestão do foco de Hamer), febre, gripe e outros sintomas, como os listados a seguir, proporcionais à gravidade da doença que foi resolvida:

  • Sensibilidade cutânea perturbada em conflitos de ausência, separação.
  • Dores periosteais(12) para os conflitos de separação brutal.
  • Pneumonia ou certo tipo de asma para um conflito de disputa de território...
  • Infartos do órgão afetado pelo conflito biológico.

Notas
(12) Dores nos ossos.

  • Fase Reconstituinte, Cicatrizante

Tarefa de retirar escombros. Os órgãos estão reconstituídos e começam sua convalescença. Os edemas e dores de reparação desaparecem. A pessoa necessita muito descanso, é convalescente.  

Ponto F: FIM DA DOENÇA

Se foi possível resolver o conflito programante, e não só o conflito desencadeante, chega-se muito rapidamente à saúde e ao fim dos problemas.

  • Ponto G: SALUD

Mais informações em:

  • La medicina patas arriba ¿y si Hamer tuviera razón? MAMBRETTI Y SERAPHIN, ed. Obelisco, 2002, 4ª ed. 2008.
  • La enfermedad y su origen emocional: bases y fundamentos del Dr Hamer. MEDINA, ed. Ecotienda Natural, 2010.
  • El origen emocional de las enfermedades. Christian FLECHE, ed, Integral, 2007.
  • Tratado de biodescodificación. ENRIC CORBERA, ed. Integral, 2012

Quadro de Recapitulação