Instituto de Constelações Familiares Brigitte Champetier de Ribes / Brasil

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"Eu escolho a vida" a cada hora em ponto

Convidamos você, a cada hora, a criar uma nova vibração ao redor do mundo, dizendo “EU ESCOLHO A VIDA” junto com milhares de pessoas. Todos juntos a serviço da vida.












A Benevolência

Jornada de formação. Ajudar a viver em ação.

Neuchâtel, junho 2005

A benevolência é uma palavra muito bonita: desejo o bem do outro, desejo que estejam bem. E também: mantenho-me ao seu lado como alguém que deseja sua realização, seu crescimento.

Entro em ressonância com sua alma de um modo que lhe permita realizar-se.

Que acontece quando digo que uma criança é hiperativa? Que acontece quando digo a alguém que é um toxicodependente, um depressivo, que tem perturbações de personalidade?

Imaginem que alguém lhes diga algo assim. Que acontece no fundo? A alma murcha se contrai, se exclui. É terrível.

Constata-se neste trabalho que somente pelo fato de ter este pensamento o efeito desdobra-se imediatamente.

Experiências recentes em medicina acabam de demonstrá-lo. Frequentemente, uma mulher desenvolve um câncer de mama porque o médico pensa que tem um câncer de mama. Isto foi comprovado. É pelo efeito do pensamento que isto se produz. Todos os diagnósticos têm esse efeito. Os diagnósticos induzem o efeito diagnosticado.

Frequentemente, acusam-me por não dar um diagnóstico, quando deveria receber uma medalha por não fazê-lo… porque sei o efeito nefasto do diagnóstico.

Se for benevolente, e é uma atitude na que me exerço continuamente, com uma mulher que vem se sentar do meu lado, ou com um terapeuta que apresenta um caso, exerço-me à benevolência, no sentido de me abrir, de me ampliar. E confio em sua alma e confio no que lhe guia. A partir desse momento, encontro-me em outro campo. A partir disso, o outro do meu lado, eu na minha benevolência interna. Confio plenamente na benevolência. Então, a pessoa fecha os olhos, algo se desenvolve nela e dez minutos mais tarde diz “já está, já tenho tudo o que preciso” e vai embora.

Isto se deve à presença da benevolência.

Podemos exercitá-la em todo momento.

Tem um efeito particular em nossa alma, nos apazigua, nos dá calma, sem fazer nada.

No momento em que sinto na minha agitação ou precipitação, vontade de ajudar alguém, verifico e pergunto-me onde me afastei da benevolência. E uso o tempo necessário para retornar à benevolência. O que não sempre é fácil. Ás vezes, eu demoro um dia inteiro, em função do acontecimento que se produza.

E estar totalmente presente na benevolência sem fazer nada é um exercício maravilhoso. Secretamente a pessoa alegra-se do que está acontecendo, sem saber de onde vem.

Porque a força fundamental, a que atua detrás de tudo, é benevolente.

E nessa benevolência entramos em contato com algo maior.